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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

[Resenha - Geração Editorial] Centelha

Postado por Ju às 23:30 15 comentários
Esta resenha não possui spoilers desse livro ou do livro anterior da série. Caso você não tenha lido o primeiro volume, aconselho que pule a sinopse


Título: Centelha
Livro #2 da série Em Busca de Um Novo Mundo
Autora: Amy Kathleen Ryan
Tradução: Ana Death Duarte

Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.


Centelha é o segundo volume da série Em Busca de Um Novo Mundo. Ele mantém o mesmo ritmo de Brilho; a história é muito bem desenvolvida e não consegui largá-lo antes de terminar. Comecei a reler Brilho ontem, terminei hoje cedo e emendei a leitura de Centelha. Foram quase 800 páginas nesses dois dias, e em nenhum momento me cansei.

Esta série se passa no espaço. Infelizmente, continuaram faltando explicações sobre porque a Terra se tornou inabitável e algumas pessoas foram escolhidas como tripulação de duas naves, com o objetivo de chegar a um outro planeta, chamado de Terra Nova. Faltaram outras explicações também, mas nada que eu acredite que já teria que ter sido revelado. Existe uma rivalidade entre as duas naves desde o primeiro volume. Dá para desconfiar, mas não dá para ter certeza, do que está sendo planejado pela pessoa que comanda uma delas.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

[Resenha - Geração Editorial] Brilho

Postado por Ju às 23:00 23 comentários
Título: Brilho
Livro #1 da série Em Busca de Um Novo Mundo
Autora: Amy Kathleen Ryan
Tradução: Ana Death Duarte

Sinopse: A Terra não existe mais, e em duas naves que procuram um novo mundo no espaço, uma menina de 15 anos precisa casar e engravidar para garantir a sobrevivência da humanidade. Enquanto isso, uma sucessão de acontecimentos eletrizantes torna a jornada pelo espaço algo absolutamente imprevisto. Temas como religião, a escolha da mulher e a ideia de poder e dominação vão aparecendo muito suavemente articulados ao longo da trama, amarrando o leitor com surpresas e reviravoltas estonteantes. São temas universais, postos num livro por uma escritora surpreendente e que promete arrasar a cena literária a partir desta sua fantástica criação. (retirada do site da editora)

Em Brilho, duas naves  - a Empyrean e a New Horizon - partem da Terra com uma missão: encontrar a Terra Nova, uma nova morada para a raça humana, e propagá-la. Houve um ano de diferença entre a partida de uma e outra, e elas não deveriam se encontrar no espaço. Mas isso acaba acontecendo. A New Horizon desacelera seu percurso para se encontrar com a Empyrean. O capitão não conta à tripulação o motivo disso, até que seja bem tarde para fazer alguma coisa.

A sinopse não é muito exata. Nenhuma menina de 15 anos é obrigada a se casar e ter filhos - como ela me fez acreditar. O que acontece é que a viagem até a tal Terra Nova é muito longa, e as pessoas precisam se reproduzir para ter sucesso nela. Novas gerações de indivíduos são completamente necessárias para que os objetivos sejam atingidos. Então, todos torcem para que as pessoas tomem a decisão de se casar cedo e comecem a gerar crianças assim que possível - questão de sobrevivência da espécie. É uma pressão feita sobre toda uma geração, e não apenas sobre uma menina específica.

A reprodução no espaço é complicada. Cientistas nas duas naves buscaram arduamente, durante muitos anos, um modo de torná-la possível. Infelizmente, só os de uma delas tiveram sucesso. E isso dá origem a um conflito bem sério.
 

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