Esta resenha não possui spoilers desse livro ou do livro anterior da série. Caso você não tenha lido o primeiro volume, aconselho que pule a sinopse
Título: Centelha
Livro #2 da série Em Busca de Um Novo Mundo
Autora: Amy Kathleen Ryan
Tradução: Ana Death Duarte
Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.
Centelha é o segundo volume da série Em Busca de Um Novo Mundo. Ele mantém o mesmo ritmo de Brilho; a história é muito bem desenvolvida e não consegui largá-lo antes de terminar. Comecei a reler Brilho ontem, terminei hoje cedo e emendei a leitura de Centelha. Foram quase 800 páginas nesses dois dias, e em nenhum momento me cansei.
Esta série se passa no espaço. Infelizmente, continuaram faltando explicações sobre porque a Terra se tornou inabitável e algumas pessoas foram escolhidas como tripulação de duas naves, com o objetivo de chegar a um outro planeta, chamado de Terra Nova. Faltaram outras explicações também, mas nada que eu acredite que já teria que ter sido revelado. Existe uma rivalidade entre as duas naves desde o primeiro volume. Dá para desconfiar, mas não dá para ter certeza, do que está sendo planejado pela pessoa que comanda uma delas.






