Título: A última mensagem de Hiroshima
Autor: Takashi Morita
Editora: Universo dos Livros
Número de páginas: 152
Skoob
Autor: Takashi Morita
Editora: Universo dos Livros
Número de páginas: 152
Skoob
Como sobreviver com a mente cheia de memórias da Segunda Guerra Mundial? Como lidar com o trauma de ter presenciado a destruição arrebatadora de uma bomba atômica praticamente ao seu lado? E como pensar em salvar civis quando sua própria vida está em jogo? Conheça neste livro a história do Sr. Takashi Morita, sobrevivente da bomba atômica que dizimou milhares de seres humanos e que até hoje manifesta efeitos na saúde física e mental da população de Hiroshima e de Nagasaki. Após sofrer situações tão devastadoras como as que o Sr. Takashi viveu, muitos de nós provavelmente sucumbiríamos ao rancor. A sabedoria, no entanto, com a qual ele enfrentou suas memórias mais sombrias é inspiradora. Quando questionado a respeito de suas mágoas com relação aos norte-americanos, responsáveis pelo envio da bomba atômica a Hiroshima, o veterano responde: "Estavam apenas fazendo o seu trabalho." O perdão, a compreensão, a empatia e todos os laços e fortalezas construídos em detrimento de um passado que é impossível de esquecer são lições que o Sr. Takashi, agora um comerciante de 93 anos que vive no Brasil, visa nos ensinar neste emocionante relato.
Não é segredo para ninguém que, embora eu considere a época da Segunda Guerra Mundial uma das mais dolorosas que a humanidade já viveu, sempre estou interessada em saber mais sobre ela. Mesmo que me doa - e sempre dói absurdamente ler sobre isso - acredito que seja essencial que tudo o que aconteceu não corra o risco de ser esquecido.
Mas minhas leituras se concentram em histórias que se passam na Alemanha nazista, talvez porque em ficção seja o assunto mais trabalhado, ou pelo menos o que mais chega por aqui, e sempre foco minhas leituras em ficção. Quando vi que a Universo dos Livros lançaria um livro escrito por um sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima, lançada em 06 de agosto de 1945, sabia que não podia deixar passar.










