Mary Poppins
Data de lançamento: 11 de setembro de 1964
Duração: 2h14min
Direção: Robert Stevenson
Elenco: Julie Andrews, Dick Van Dyke, David Tomlinson e outros
Gêneros: Musical, Comédia , Fantasia
Nacionalidade: EUA
Londres, 1910. Um banqueiro, George Banks (David Tomlinson), resolve redigir um anúncio pedindo uma babá, após Michael (Matthew Garber) e Jane (Karen Dotrice), seus filhos, mais uma vez sumirem e fazerem Katie Nanna (Elsa Lanchester), a babá, pedir demissão. Tentando controlar a situação Winifred (Glynis Johns), a mulher de George, faz tudo para acalmar o marido, mas sua cabeça está voltada para a defesa dos direitos da mulher. As crianças também escreveram um anúncio, que difere bastante da babá que George pensa em contratar, tanto que depois de lê-lo o rasga em oito pedaços e joga na lareira, por tê-lo achado fantasioso demais. Porém, os pedaços de papel milagrosamente voam juntos até uma nuvem próxima, onde está uma pessoa muito especial: Mary Poppins (Julie Andrews). No outro dia chegam muitas candidatas para o cargo de babá, mas um vento misterioso as carrega antes de serem entrevistadas. Chega então Mary Poppins, que desce das nuvens até a casa dos Banks, usando um guarda-chuva mágico como pára-quedas. Ela conhece Mr. Banks e concorda em ficar com o trabalho. Michael e Jane ficam fascinados com Mary Poppins, pois ela é exatamente a babá que sempre sonharam.
Não me lembrava bem de Mary Poppins. Vi o filme novo no cinema e aí decidi que iria rever o antigo. Claro que quando algumas cenas começavam eu já sabia como iam terminar, a informação estava bem no fundo da minha mente... Mas mesmo assim muita coisa teve efeito de novidade em mim. E confesso que uma coisa em específico me deixou um pouco incomodada com algo que acontece em O Retorno de Mary Poppins.
Se você nunca ouviu falar da personagem, é uma babá mágica. Ela chega trazida pelo vento e é levada por ele quando não é mais necessária. Sua missão? Fazer com que pessoas que moram na mesma casa se tornem uma família de verdade.







