Autor: Jorge Lourenço
Editora: Novo Século
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Sinopse: Rio de Janeiro, 2054. Três décadas após uma guerra civil que começou com a disputa pelos royalties do petróleo, a cidade se vê alvo de uma nova ameaça. Um velho jogo de intrigas e espionagem industrial entre as multinacionais que controlam a cidade ganha novos contornos quando uma perigosa jovem com poderes psíquicos surge nos guetos. Alheio a tudo isso, Miguel é um jovem sem grandes pretensões. Morador de uma região abandonada no pós-guerra, ele sobrevive catando restos de tecnologia e tem uma vida despreocupada. Sem saber o que o destino lhe reserva, ele é convidado para assistir a um duelo de motoqueiros e acaba se tornando o pivô de uma disputa que pode mudar o Rio para sempre. Num lugar onde o bem e mal se confundem, Miguel terá que desvendar os segredos de uma misteriosa inteligência artificial e, para proteger aqueles que ama, bater de frente com as poucas pessoas dispostas a salvar o que resta do Rio de Janeiro. Sem saber que lado escolher, caberá a ele decidir o futuro de uma cidade partida pela ganância. (Fonte: skoob)
Espetacular. Palavra constantemente usada por um amigo e que se aplica completamente a esse livro. Rio 2054 é perfeito. É uma distopia, minha primeira distopia brasileira. E comecei com o pé direito.
Rio de Janeiro, 2054. A cidade é uma ZI - ou seja, uma Zona Internacionalizada. O que quer dizer isso? Que ela não é administrada mais por um governo eleito pelo povo, e sim por três multinacionais que obtiveram uma concessão para fazê-lo por um determinado período(bem longo, aliás). O motivo? Uma guerra civil em que o Rio tentava se separar do restante do país. Uma guerra que parecia que não ia ter fim, e que fez o país ser foco de uma intervenção internacional para "garantir a paz".
A cidade foi dividida em duas: Rio Alfa e Rio Beta. Na primeira, toda a prosperidade imaginável. Tecnologia altamente desenvolvida. Pessoas felizes com suas vidas. Na segunda, uma pobreza imensa. Moradores sobrevivendo de restos, com duas alternativas: se conformar com a miséria ou se envolver com o crime. A Rio Beta é chamada de Escombros, pois foi uma área muito atingida no confronto. E seus habitantes só podem visitar a parte rica da cidade com autorização, normalmente conseguida quando se tem um trabalho por lá, um trabalho que os moradores de Rio Alfa nunca considerariam realizar.
Rio de Janeiro, 2054. A cidade é uma ZI - ou seja, uma Zona Internacionalizada. O que quer dizer isso? Que ela não é administrada mais por um governo eleito pelo povo, e sim por três multinacionais que obtiveram uma concessão para fazê-lo por um determinado período
A cidade foi dividida em duas: Rio Alfa e Rio Beta. Na primeira, toda a prosperidade imaginável. Tecnologia altamente desenvolvida. Pessoas felizes com suas vidas. Na segunda, uma pobreza imensa. Moradores sobrevivendo de restos, com duas alternativas: se conformar com a miséria ou se envolver com o crime. A Rio Beta é chamada de Escombros, pois foi uma área muito atingida no confronto. E seus habitantes só podem visitar a parte rica da cidade com autorização, normalmente conseguida quando se tem um trabalho por lá, um trabalho que os moradores de Rio Alfa nunca considerariam realizar.







