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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

[Resenha - Suma de Letras] A rainha de Tearling

Postado por Ju às 16:00 16 comentários
Título: A rainha de Tearling
Autora: Erika Johansen
Tradução: Cássio de Arantes Leite
Livro #1 da trilogia
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 352

Quando a rainha Elyssa morre, a princesa Kelsea é levada para um esconderijo, onde é criada em uma cabana isolada, longe das confusões políticas e da história infeliz de Tearling, o reino que está destinada a governar. Dezenove anos depois, os membros remanescentes da Guarda da Rainha aparecem para levar a princesa de volta ao trono – mas o que Kelsea descobre ao chegar é que a fortaleza real está cercada de inimigos e nobres corruptos que adorariam vê-la morta. Mesmo sendo a rainha de direito e estando de posse da safira Tear – uma joia de imenso poder –, Kelsea nunca se sentiu mais insegura e despreparada para governar. Em seu desespero para conseguir justiça para um povo oprimido há décadas, ela desperta a fúria da Rainha Vermelha, uma poderosa feiticeira que comanda o reino vizinho, Mortmesne. Mas Kelsea é determinada e se torna cada dia mais experiente em navegar as políticas perigosas da corte. Sua jornada para salvar o reino e se tornar a rainha que deseja ser está apenas começando. Muitos mistérios, intrigas e batalhas virão antes que seu governo se torne uma lenda... ou uma tragédia.

Kelsea é a herdeira do trono de Tearling. Foi mandada por sua mãe para ser criada por pessoas de confiança, mas acaba de completar 19 anos, que é a idade com que o trono deve ser assumido. Então, homens pertencentes à Guarda da Rainha aparecem para buscá-la e levá-la para ocupar seu lugar de direito.

A garota cresceu longe do resto do mundo pois, há muitos anos, com a morte de sua mãe, seu tio tornou-se o regente e sua vida passou a correr perigo. Teve todo o preparo que poderia ter, mas muitas coisas foram propositalmente escondidas dela. O motivo não é informado aos leitores, o que nos faz ficar tão ansiosos quanto a protagonista por esclarecimentos.

sábado, 18 de janeiro de 2014

[Resenha - Suma de Letras] Marina

Postado por Ju às 13:30 17 comentários
Tìtulo: Marina
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Tradução: Eliana Aguiar
Editora: Suma de Letras

Sinopse: Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões. É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora. Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo - uma mariposa negra - diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos. Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade - antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro. (Fonte: skoob)

Sempre tive curiosidade de ler algum livro do Zafón. Todo mundo fala muito bem da escrita do autor, e eu precisava conhecê-la. Esse livro seria uma das minhas leituras da Maratona Literária (eu optaria pelo desafio, e ele seria meu livro com menos de 240 páginas). Acabei não me inscrevendo, mas como é um livro curto (189 páginas) decidi ler mesmo assim.

Mas não é porque o livro é curto que a leitura foi rápida. Demorei um pouco para terminá-lo, principalmente porque sou uma pessoa muito medrosa e o livro me assustou bastante. Não era uma coisa para a qual eu estava preparada. 

A vida costuma nos oferecer exatamente aquilo que não buscamos.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

[Resenha] @mor

Postado por Ju às 14:00 11 comentários
Título: @mor
Autor: Daniel Glattauer
Tradução: Eduardo Simões
Editora: Suma de Letras

Sinopse: Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Ela é casada; ele ainda está digerindo o fracasso de seu último relacionamento - e nada como a curiosidade, instigada por frases bem-encadeadas  numa caixa postal eletrônica, para que os dois se esqueçam dos obstáculos e sejam impelidos a marcarem um encontro. Mas a expectativa é uma faca de dois gumes, trazendo o medo de que a realidade não esteja à altura da fantasia. Este romance de estreia de Daniel Glattauer, campeão de vendas na Alemanha e na Espanha, explora, no ambiente do século XXI, sentimentos compartilhados por amantes de todas as gerações. 
                                                                                  (retirada da contracapa do livro)
                                                         
Emmi Rothner quer desesperadamente cancelar sua assinatura da revista Like. Mas, devido a um erro ortográfico, encaminha sua solicitação a Leo Leike, que não tem nenhuma ligação com a publicação. Ele, muito espirituosamente, responde ao seu e-mail e, assim, começa uma conversa sem fim, que se estende por todo o livro.

Pra mim, você é como uma segunda voz dentro de mim, que me acompanha durante o dia a dia. Você fez do meu monólogo interior um diálogo. Você enriquece minha vida interior. Você questiona, insiste, satiriza, você entra em conflito comigo. Eu lhe agradeço tanto por seu humor, seu charme, por sua vivacidade e, sim, até mesmo por suas "vilezas".

 

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