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domingo, 10 de março de 2013

[Resenha] Proteja-me

Postado por Ju às 14:00 37 comentários
Título: Proteja-me
Autora: Juliette Fay
Tradução: Marcos Maffei
Editora: Novo Conceito
Face | Skoob


Sinopse: Quatro meses após a morte do marido, Janie LaMarche continua tomada pela dor e pela raiva. Seu luto é interrompido, no entanto, pela chegada inesperada de um construtor com um contrato em mãos para a obra de uma varanda em sua casa. Surpresa, Janie descobre que a varanda era para ser um presente de seu marido — tornando-se, agora, seu último agrado para ela. Conforme Janie permite, relutantemente, que a construção comece, ela se apega aos assuntos paralelos à sua tristeza: cuidando de seus dois filhos de forma violentamente protetora, ignorando amigos e família e se afundando em um sentimento de ira do qual não consegue se livrar. Mesmo assim, o isolamento autoimposto de Janie é quebrado por um grupo de intervenções inconvenientes: sua tia faladeira e possessiva, sua vizinha mandona, seu primo fofinho e até Tug, o empreiteiro. Quando a varanda vai tomando forma, Janie descobre que o território desconhecido do futuro fica melhor com a ajuda dos outros. Até daqueles com os quais menos esperamos contar. (retirada do blog da editora)


Nem sei direito como começar essa resenha. Eu estava super ansiosa para ler Proteja-me, e acabei me decepcionando, infelizmente. Talvez tenha sido a minha alta expectativa. Talvez seja o fato de que eu esperava um super drama, e não o encontrei. Mas o livro não mexeu comigo em nenhum momento, e não gosto nem um pouco quando isso acontece.

Passado o desabafo inicial, vamos falar do que vocês irão encontrar. Janie perdeu o marido em um acidente, e está numa fase de sentir bastante raiva. Não quer que ninguém se aproxime dela. O que é mais do que compreensível, já que ela acaba de perder uma das pessoas que mais ama no mundo. Acho que é super normal essa reação durante o luto, a gente fica com muito medo de se apegar e depois ter que se despedir.

- Sabe qual foi a coisa mais estranha desse ano todo? Essas pessoas todas que eu comecei não gostando nem um pouco... Acho que estava brava demais para gostar de alguém... E agora elas significam tanto para mim. Foram as pessoas que eu menos esperava que poderiam me ajudar que foram as mais importantes.
 

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