
Título: O Espião
Autores: Clive Cussler e Justin Scott
Tradução: Henrique Amat Rego Monteiro
Editora: Novo Conceito
Sinopse: É 1908 e acumulam-se tensões internacionais enquanto o mundo caminha inexoravelmente para a guerra. Após um talentoso projetista de canhões de couraçados morrer em um aparente suicídio, sua filha, angustiada, recorre à lendária Agência Van Dorn para limpar o nome do pai. Van Dorn põe seu principal investigador no caso, Isaac Bell, que logo percebe que as pistas apontam não para suicídio, mas para assassinato. E quando se seguem outras mortes mais suspeitas, fica evidente que alguém — um ardiloso espião — está orquestrando a eliminação das mentes tecnológicas mais brilhantes... Mas isso é apenas o começo. (retirada da contracapa do livro)
Sinopse: É 1908 e acumulam-se tensões internacionais enquanto o mundo caminha inexoravelmente para a guerra. Após um talentoso projetista de canhões de couraçados morrer em um aparente suicídio, sua filha, angustiada, recorre à lendária Agência Van Dorn para limpar o nome do pai. Van Dorn põe seu principal investigador no caso, Isaac Bell, que logo percebe que as pistas apontam não para suicídio, mas para assassinato. E quando se seguem outras mortes mais suspeitas, fica evidente que alguém — um ardiloso espião — está orquestrando a eliminação das mentes tecnológicas mais brilhantes... Mas isso é apenas o começo. (retirada da contracapa do livro)
Este é um dos livros que tem como protagonista Isaac Bell, um detetive particular que trabalha para a agência de detetives Van Dorn. Trata-se de uma série, e este é o primeiro título a ser lançado no Brasil.
O Espião se passa em 1908, o que traz elementos diferentes à história. Nada de tecnologia, nada de celulares; até telefones são raros. As pessoas viajam de trem ou de navio e isso faz com que as informações demorem bastante para ser transmitidas.
Isaac Bell é dedicado, inteligente, honesto e apaixonado. Um homem bom, que cuida de quem faz parte de sua vida (e às vezes até de quem só passa rapidamente por ela). O cara mais sortudo de quem eu já ouvi falar. Um misto de ninja e mágico... rs...
Aproxima-se a Primeira Guerra Mundial. As nações estão em busca de embarcações cada vez mais potentes e bem equipadas. Uma das pessoas que dedica sua vida a melhorar os couraçados é Arthur Langner, um brilhante projetista de canhões.
Até que, aparentemente, se suicida. E sua filha se dirige à famosa agência de detetives para pedir auxílio na tarefa de limpar o nome do pai. Durante a investigação, acontecem outras mortes. Sempre de pessoas ligadas diretamente ao planejamento e à construção dos navios. Então é percebida a atuação de uma mente privilegiada, a mente do espião. E sua identidade e suas intenções precisam ser descobertas.
O livro é bem tranquilo de ler. Para variar, levei só dois dias para terminar. Eu gosto da capa (e gosto mais ainda da contracapa). Uma história de investigação que prende a gente . Só consegui descobrir a identidade do espião pouco antes do Isaac Bell. A leitura me entreteve.
Mas faltou alguma coisa no livro. Só não me perguntem o que exatamente. Não consegui definir. Mais um livro do autor, mas de outra série, será lançado pela Novo Conceito nos próximos dias. Quero ler, e espero não sentir falta de nada.
O Espião se passa em 1908, o que traz elementos diferentes à história. Nada de tecnologia, nada de celulares; até telefones são raros. As pessoas viajam de trem ou de navio e isso faz com que as informações demorem bastante para ser transmitidas.
Isaac Bell é dedicado, inteligente, honesto e apaixonado. Um homem bom, que cuida de quem faz parte de sua vida (e às vezes até de quem só passa rapidamente por ela). O cara mais sortudo de quem eu já ouvi falar. Um misto de ninja e mágico... rs...
Em seguida, lançou-se em um mergulho desesperado para se livrar da cerca. Saltara baixo demais. Escapou por pouco de um poste telegráfico e, por menos ainda, de um pau de cerca. Mas a carreira superior do arame farpado vinha na direção do seu rosto. O turbilhão do vento, provocado pelo trem em velocidade, atingiu-o em cheio. O golpe de ar alçou seu corpo acima do arame.
Aproxima-se a Primeira Guerra Mundial. As nações estão em busca de embarcações cada vez mais potentes e bem equipadas. Uma das pessoas que dedica sua vida a melhorar os couraçados é Arthur Langner, um brilhante projetista de canhões.
Até que, aparentemente, se suicida. E sua filha se dirige à famosa agência de detetives para pedir auxílio na tarefa de limpar o nome do pai. Durante a investigação, acontecem outras mortes. Sempre de pessoas ligadas diretamente ao planejamento e à construção dos navios. Então é percebida a atuação de uma mente privilegiada, a mente do espião. E sua identidade e suas intenções precisam ser descobertas.
O livro é bem tranquilo de ler. Para variar, levei só dois dias para terminar. Eu gosto da capa (e gosto mais ainda da contracapa). Uma história de investigação que prende a gente . Só consegui descobrir a identidade do espião pouco antes do Isaac Bell. A leitura me entreteve.
Mas faltou alguma coisa no livro. Só não me perguntem o que exatamente. Não consegui definir. Mais um livro do autor, mas de outra série, será lançado pela Novo Conceito nos próximos dias. Quero ler, e espero não sentir falta de nada.
Adicionem o livro no skoob. E vejam o book trailer! Até mais! =)




