Sinopse: Vai começar a Flip - Festa Literária Internacional de Palmyra, um dos eventos literários mais charmosos do mundo. Na décima edição da festa e com a cidade cheia, o delegado Joaquim Dornelas está dividido entre a alegria e a preocupação. Para ele, quanto mais gente e mais festa, maior a chance de confusão. E é claro que o inesperado acontece, momentos antes do show de abertura: Dornelas se vê diante de uma cena que põe a si mesmo e a sua equipe em estado de alerta. Um crime é cometido no início da madrugada. Pressionado pelo chefe e pela imprensa, nesta nova e saborosa aventura Dornelas se vê envolvido numa complexa rede de fatos e intrigas que procuram desviar o rumo da investigação e confundir a polícia. Embalado por sua amizade colorida com Dulce Neves, por doses de sua cachaça favorita, por seu empenho como pai à distância e por seu mingau de farinha láctea, o delegado Joaquim Dornelas mais uma vez usa de aguçada intuição e incrível faro policial para desvendar mais um complicado crime. (retirada da orelha do livro)
Gente, eu estou cada vez mais apaixonada pelo delegado Joaquim Dornelas. *-* Meu primeiro contato com ele foi no livro Réquiem para um assassino, e posso testemunhar que ele lutou muito para se tornar uma pessoa melhor de um livro para o outro. Além de ser um investigador brilhante, consegue reconhecer todos os erros que cometeu em sua vida pessoal e lutar para fazer diferente na nova chance que a vida lhe apresenta.
Uma vida pautada pela força, pelo poder de decisão e ação, não se muda de uma hora para outra. O trabalho na polícia não contribuiria em nada para isso. Pelo contrário. Se não tivesse cuidado, o embruteceria ainda mais. Desistir da carreira estava fora de questão. De uma hora para outra, num dos meandros da mente, revelou-se o desafio à frente: fazer a travessia da brutalidade para a humanidade executando o seu trabalho.






