Título: Filha da Profecia
Autora: Juliet Marillier
Tradução: Yma Vick
Livro #3 da Trilogia Sevenwaters
Editora: Butterfly
Filha da Profecia - o terceiro volume da Trilogia Sevenwaters - narra a história de Fainne, uma jovem com poderes especiais. Educada por seu pai que a ensina a usar seus dons para o bem, Fainne terá de passar por uma difícil prova. Ao se tornar adolescente é visitada pela avó, a malévola feiticeira Lady Oonagh, que por interesses pessoais a obriga a utilizar seus dons para o mal a fim de realizar uma terrível missão: infiltrar-se na família, em Sevenwaters, e impedir que seu tio Sean e seus aliados reconquistem as Ilhas Sagradas, invadidas há gerações pelos bretões. Agora, a grande batalha de Sevenwaters e o destino da humanidade estão em suas mãos! Finalista do Prêmio Aurealis, que reconhece escritores australianos, na categoria de ficção científica e fantasia. (2001)
Filha da Profecia já começa bem diferente dos livros anteriores da série, Filha da Floresta e Filho das Sombras. Fainne é uma protagonista peculiar. A garota foi criada pelo pai, praticamente isolada do mundo. Passou toda a sua vida em uma caverna, e na verdade acabou preferindo viver desse jeito. O sangue dos feiticeiros corre em suas veias, e as pessoas têm um certo receio de se aproximar dela, embora saibam que a única ocasião em que seu pai usou seu poder foi para salvar a região de uma invasão, e o respeitem e sejam gratos por essa atitude. Acho que seria melhor dizer que Fainne tem mais receio das pessoas que as pessoas dela, aliás.
A garota mal se lembra de sua avó, mas eis que um dia ela ressurge em sua vida e a informa de que precisará realizar uma missão: destruir o povo de Sevenwaters, fazer com que percam para sempre suas Ilhas Sagradas, o local em que habitam seres antigos e poderosos em que eles creem, responsáveis por manter o equilíbrio do planeta. Fainne foi criada para usar a magia apenas para o bem, mas digamos que sua avó usa argumentos bem convincentes para fazê-la cooperar.
Não se pode evitar ser quem se é, ou aquilo que se é de verdade. Às vezes as coisas acontecem, e é preciso agir, não há outro jeito.







