Autora: Marie Lu
Tradução: Ebréia de Castro Alves
Editora: Prumo
Sinopse: Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C., na atual República da América, conta a história de um rapaz – o criminoso mais procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda. O que outrora foi o oeste dos Estados Unidos é agora o lar da República, uma nação eternamente em guerra com seus vizinhos. Nascida em uma família de elite em um dos mais ricos setores da República, June é uma garota prodígio de 15 anos que está sendo preparada para o sucesso nos mais altos círculos militares da República. Nascido nas favelas, Day, de 15 anos, é o criminoso mais procurado do país; porém, suas motivações parecem não ser tão mal-intencionadas assim. De mundos diferentes, June e Day não têm motivos para se cruzarem – até o dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado e Day se torna o principal suspeito. Preso num grande jogo de gato e rato, Day luta pela sobrevivência da sua família, enquanto June procura vingar a morte de Metias. Mas, em uma chocante reviravolta, os dois descobrem a verdade sobre o que realmente os uniu e sobre até onde seu país irá para manter seus segredos. (Fonte: site da editora)
Não teve nada em Legend que eu não gostei. Mas isso também não quer dizer que eu tenha achado o livro perfeito. Na verdade, faltou alguma coisa nele. Acredito que explicações. Bom, é uma série, então provavelmente os próximos livros resolverão isso.
Em 2130 d.C., o mundo se tornou diferente. O motivo, não sei dizer. O livro fala de alguns fenômenos naturais, mas imagino que exista algo além disso. As pessoas têm seu futuro determinado aos 10 anos, que é quando fazem uma Prova que vai avaliar o quanto seus genes valem o investimento do governo em sua formação. Nessa Prova, as crianças passam por testes físicos, fazem uma prova por escrito e, por fim, participam de uma entrevista. Sua pontuação final determina se cursarão apenas o ensino médio, se poderão frequentar a faculdade, se farão parte da elite e terão os melhores empregos. Algumas pessoas são reprovadas, e mandadas diretamente para campos de trabalho. Quando isso acontece, as famílias recebem uma indenização e nunca mais ouvem falar delas. Curiosamente, a quase totalidade das reprovações acontecem entre as famílias mais pobres... será que existe um motivo oculto para isso?
















