Esta resenha não possui spoilers deste livro ou dos livros anteriores da série. Porém, caso não tenham lido os outros volumes, recomendo que pulem a sinopse.
Autora: A. G. Howard
Tradução: Denise Tavares Gonçalves
Livro #3 da série Splintered
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 416
Alyssa está tentando entrar novamente no País das Maravilhas. Os portais para o reino se fecharam, não sem antes levarem sua mãe. Jeb e Morfeu estão presos em Qualquer Outro Lugar, reino em que intraterrenos expulsos do País das Maravilhas estão vivendo. Para resgatá-los, ela precisa recorrer à ajuda de seu pai. Juntos, eles iniciam uma missão quase impossível para tentar resgatar entes queridos, restaurar o equilíbrio dos reinos e o lugar dela como Rainha. Alyssa precisa lutar não só com a Rainha Vermelha, um espírito malicioso que tem a intenção de refazer o País das Maravilhas à própria imagem, mas também reconstruir seu relacionamento com Jeb, o mortal que ela ama, e Morfeu, o ser fantástico que também reivindica seu coração. E, se todos tiverem sucesso e saírem vivos, eles poderão finalmente ter o felizes para sempre.
Este é o último livro de uma trilogia que tem como protagonista Alyssa, a tataraneta de Alice Liddell, a garotinha que inspirou o livro Alice no País das Maravilhas. Nos dois primeiros volumes, Alyssa já precisou aceitar quem ela realmente era e as responsabilidades que vinham disso, teve que encarar desafios inimagináveis e enfrentar fortes dúvidas a respeito de seus sentimentos. Agora, ela tem uma enorme prova pela frente: terá que resgatar várias pessoas que ama e que foram separadas dela devido aos acontecimentos finais do segundo volume.
Eu esperava encontrar Alyssa exatamente como encontrei no início deste livro. O que eu não esperava era a forma com que ela lidaria com a situação. A autora revelou informações bem surpreendentes logo no começo da história. Informações que me fizeram ficar de boca aberta, nunca nada parecido havia passado pela minha cabeça, mas os acontecimentos se encaixaram perfeitamente no enredo. E não foi a única vez que fiquei de boca aberta durante a leitura.








